Se despir, no fundo, requer coragem. Não apenas na hora em que deslizam as roupas, mas na hora de tirar as máscaras, do encontro óptico. A vontade de fechar as pálpebras x o infinito em que mergulham os olhos. O tom pastoso da saliva. A emersão astronômica do corpo. O surgimento, em tópicos subsequentes entre si




